Bela publicidade sobre o uso do cinto de segurança…
Blog de orientação cristã católica. Conteúdos variados numa perspectiva cristã.
quarta-feira, 17 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Haiti, uma lição
O sofrimento, a dor humana, as tragédias sempre levantam muitas questões.
Por que? Eis a maior delas...
Diante da tragédia recente no Haiti tantas questões são levantadas. E uma delas sempre se repete: onde estava Deus? Onde está Deus? Por que Deus não fez nada? Por que Deus deixou acontecer?
É a manifestaçção de nossa angústia, de nossa revolta. O reconhecimento de quão frágil é a vida humana.
Jesus já lembrava: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, vigiaria para que sua casa não fosse saqueada. Portanto, vigiai e orai porque não sabeis o dia nem a hora.
Um alerta para que estejamos vigilantes na oração e na prática da justiça. Uma justiça que se colocada em prática poderia ter amenizado em muito as consequências do terremoto no Haiti.
Que não nos esqueçamos tão cedo de tudo isso...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Cristo, Luz do mundo
“O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 9,1)
Na Igreja da Natividade em Belém-Palestina, no local onde acredita-se tenha sido a gruta da natividade, os padres responsáveis pelo local mantêm uma vela acesa permanentemente.
Conta a história que um jovem de um país distante da Palestina resolveu ir até o local da gruta e ali acender uma chama para trazer às pessoas de sua comunidade e assim todos poderem celebrar o Natal com uma vela acesa naquela chama que o jovem trouxera de Belém.
Porém a empreitada não foi nada fácil. Cruzando a pé longos percursos através de estradas desertas e perigosas, montanhas e desfiladeiros, chuva, ventos, nevascas o jovem conseguiu chegar até Belém. Ali acendeu uma tocha e fez o caminho de volta pra casa. E mais uma vez a jornada não foi fácil. Desta vez foi pior ainda porque ele tinha que manter aquela tocha acesa a todo custo se quisesse que a luz de Belém chegasse até seus irmãos e irmãs na comunidade.
Mas depois de passar por todo tipo de dificuldades e percalços conseguiu chegar em casa mantendo acesa a chama que trouxera de Belém. E assim toda a sua comunidade pode celebrar o Natal com a chama de Belém acesa em suas casas.
Isto, que não passa de uma história, pode significar muito bem o sentido do Natal para cada cristão.
Também nós no dia do nosso Batismo nos tornamos responsáveis em manter a chama da fé, a luz de Cristo, acesa em nossas vidas. E este não é um compromisso fácil. Tantos são os percalços que precisamos superar para manter a luz de Cristo acesa em nós.
Quantas vezes nos sentimos desanimados em viver os valores do reino de Deus. As propostas de um mundo, nem sempre justo para com todos, parecem ser mais sedutoras e fáceis. Quantas vezes parecem nos dizer “para quê todo esse esforço, para quê tantas renúncias e sacrifícios, por que ser diferente dos outros, todo mundo faz você também pode fazer...” E nos deixamos seduzir...
Porém, ao final, nasce a desilusão, o arrependimento, o vazio... E o desejo de encontrar a felicidade, de preencher aquele vazio interior continua.
Somente quando percebermos que Deus pode nos dar a felicidade duradoura, a força para enfrentar as dificuldades, o discernimento para fazer as escolhas, então sim, estaremos vivendo o verdadeiro sentido do Natal. Porque uma luz brilhou nas trevas, um filho nos foi dado...e seu nome é Emanuel, Deus-Conosco.
E nós somos chamados a ser portadores desta luz que ilumina todas as trevas. Assim como o jovem da nossa história, devemos ser fortes para não deixar se apagar a chama da fé. E que possamos levar essa chama em todos os lugares por onde formos. Que sejamos verdadeiros missionários e discípulos de Jesus Cristo para que o mundo tenha mais vida.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Finados, Dez Pensamentos
Transcrevo aqui texto de Dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina, sobre o Dia de Finados. Serve para nossa reflexão sobre o sentido desta data.
1. O mundo passa. A vida é breve. A morte é certa. Quem faz o bem e cumpre o dever não precisa ter medo da morte, pelo contrário, espera a vida. O bem já é o céu antecipado. Nosso corpo na eternidade será glorioso, incorruptível, espiritual, imortal. O que parece ser um fim, um fracasso é na verdade um começo, um início. Quem tem fé já vive o início da festa eterna.
2. O cemitério é uma cidade viva. Sim, ali está viva a saudade e a recordação da vida dos nossos entes queridos. É cidade da saudade, da esperança na ressurreição, cidade que leva a pensar e até a mudar de vida. É a cidade da igualdade social, da paz, da transformação da morte em vida.
3. Os túmulos são também berços. Deus promete abrir os túmulos e então nascemos para a nova vida junto Dele. Eis o início da nova vida. A morte é fim da vida terrena e início da vida nova, da plenitude da vida. Descemos para o seio da terra e entramos no seio de Abraão, isto é, de Deus. Descemos ao túmulo, para subir aos céus. Voltamos para a terra para voltar ao Criador e com Ele conviver.
4. Levamos flores neste dia. A flor vem de uma semente e de um botão que morreu. Eis o que é a páscoa pessoal. A flor é o símbolo de nossa realidade pascal. Ela é também sinônimo de gratidão, respeito, carinho, homenagem para quem esteve entre nós e está vivo em Deus, no jardim celeste e suas mansões. Transformemos o deserto em jardim.
5. Neste dia costumamos acender velas. De fato, a luz das boas obras que nossos mortos praticaram ainda ilumina. O esplendor do bem, a luminosidade do amor não passa. O bem não morre. A vela acesa é símbolo da fé que transforma as trevas em luz e projeta o futuro. Somos como velas que quanto mais se consomem, tanto mais iluminam. Brilhe vossas boas obras, pediu Jesus.
6. Finados é dia de reflexão, de retiro, de interiorização. A morte nos faz todos iguais. Acabam as classes sociais. A morte faz pensar. Ela é escola de filosofia. Impele a vencer ilusões, enganos porque ajuda a parar, a rezar, a rever a vida. A morte faz parte da vida, é nossa irmã. Ela é parto e porta para a plenitude, a glória, a eterna felicidade. Morte é passagem para outra margem, é ponte que leva ao rumo certo.
7. As coroas sobre os túmulos querem lembrar a coroação da vida, do bem, do amor que os nossos mortos realizaram. No céu seremos coroados pela S. S. Trindade, tomaremos posse do reino. A vida termina com o coroamento da pessoa humana, chamada a reinar com Cristo. Quem combateu o bom combate, receberá a coroa da glória.
8. A morte é benção porque através dela entramos na vida. Ela é condição para a glorificação dos pecadores perdoados. A face do Senhor é vossa verdadeira pátria. A morte não é inimiga, porque ela ajuda a viver com retidão e a praticar a justiça, o bem, o amor. Pensar na morte não é patologia, é sabedoria. “Pensa na morte e não pecarás”. Diante dos túmulos nós rezamos: “tu foste o que eu sou, eu serei o que tu és”.
9. A pior morte é o pecado, ou seja, a morte espiritual. A boa morte que devemos desejar e pedir, é a morte do egoísmo, do mal, do pecado, portanto a morte mística que nos torna altruístas, servidores, solidários. A morte biológica foi vencida pela ressurreição do Senhor. Jesus matou a morte. Somos seres de esperança.
10. Levaremos o amor com que fizemos todas as coisas. O amor não passa, o bem é eterno, a alma é imortal. Nossas boas obras são passaporte para o céu. Nossa vida não é tirada, mas transformada. A promessa de Jesus a quem se converte é esta: “hoje estarás comigo no paraíso”. Não há reencarnação na fé cristã. O sangue de Jesus é que salva e a fé nos torna justos, puros, santos, agradáveis a Deus. Um gesto de amor vale mais que toda beleza das coisas e a massa do universo. Somos uma cloaca, diz Pascal, que o sangue de Jesus lavou e perfumou. Nossa grandeza está em reconhecer nossa miséria e confiar na misericórdia.
Nosso Planeta, Nossa Casa
Este é o nome de um filme/documentário sobre a situação do planeta Terra. Com imagens belíssimas, uma trilha sonora envolvente, o documentário tem uma única personagem: a Terra. É um depoimento emocionado do nosso planeta que se sente ameaçado por nós, seres humanos.
Vale a pena assisti-lo e divulgá-lo. Serão as pequenas atitudes que farão a diferença.
Vale a pena assisti-lo e divulgá-lo. Serão as pequenas atitudes que farão a diferença.
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